segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Morre Leslie Nielsen

Leslie Nielsen

O ator Leslie Nelsen, de 84 anos, faleceu na tarde de domingo (28), ao lado de sua esposa e familiares. Ele estava internado em um hospital na Flórida há duas semanas se tratanto de uma pneumonia.

Nielsen participou de mais de 100 filmes e mais de 1500 programas de televisão em sua longa carreira, tendo interpretado 220 personagens diferentes. Ele começou na televisão em 1948 e sempre diversificou seus papéis, protagonizando desde o clássico da ficção-científica "Planeta Proibido" (1956) até o filme-catástrofe "O Destino de Poseidon" (1972).

Entretanto, foi na comédia que Leslie Nielsen alcançou o estrelato. A virada na sua trajetória começou com a paródia "Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu" (1980) e se estendeu por três décadas. Entre seus mais famosos trabalhos destacam-se a trilogia "Corra que a Polícia Vem Aí", "Mr. Magoo","Todo Mundo em Pânico 3" e "Todo Mundo em Pânico 4". Seu trabalho mais recente foi a sátira aos filmes de super-heróis "Super Herói - O Filme", de 2008.

sábado, 27 de novembro de 2010

Anne Hathaway e Natalie Portman podem ser Lois Lane em Superman.


Os rumores sobre quem deve interpretar o homem de aço em “Superman: Man Of Steel” já começaram, então, é natural que os rumores sobre Lois Lane também começassem. Ao que parece, devido à parceria entre o diretor Zack Snyder (“300“) e Christopher Nolan (“O Cavaleiro das Trevas“), algumas das candidatas a um papel em “The Dark Knight Rises” consequentemente também entram na disputa em Superman.
Entre a lista de atrizes, Anne Hathaway (“Noivas em Guerra“) e Natalie Portman (“Entre Irmãos“), podem estar na briga para interpretar Lois Lane, a intrépida jornalista do Planeta Diário por quem o herói se apaixona.

Outra novidade é que o What’s Playing teria conseguido detalhes interessantes sobre a trama do filme. Segundo o site australiano, a trama mostraria Clark sendo envolvido em uma espécie de batalha entre duas tribos africanas e, quando ele é obrigado a utilizar seus poderes especiais para resolver a crise, Clark retorna a Smallville para saber mais sobre suas origens e sobre o herói que ele nasceu para ser.

Essa história se encaixa com um artigo que surgiu no mês passado na Vulture que falava que Clark Kent seria mostrado como um jornalista que viaja pelo mundo tentando decidir se deve ou não virar um super-herói. Até agora, a lista de candidatos ao papel incluem os atores Joe Manganiello (o Alcide da série de TV “True Blood“), Ian Somerhalder(o Damon da série de TV “The Vampire Diaries“), Armie Hammer Jr. (“A Rede Social“) e Matthew Goode (“Direito de Amar“).

Chris Nolan apadrinha o filme e o co-roteiriza ao lado de seu irmão Jonathan Nolan (dos dois últimos “Batman“), David Goyer (trilogia “Blade“) e Snyder. A Warner deve lançar “Superman: Man of Steel” em dezembro de 2012.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 - A primeira parte do fim da série é um presente aos fãs.

Harry Potter, o garoto que sobreviveu. J.K. Rowling, a mente bilionária por trás do bruxo mais famoso da história do Cinema. A Warner produziu, nos últimos anos, o que pode ser considerada a franquia de maior sucesso nas telonas. O público devoto assistia, todos os anos, a evolução da trama e as aventuras do trio de amigos na busca de acabar com as maldades de Lord Voldemort. Em “As Relíquias da Morte – Parte 1”, vemos o começo do desfecho que, certamente, entrará para a história e, mais ainda, para a vida de muitos cinéfilos.

Há algum tempo falamos que “Harry Potter” não é mais coisa de criança. Foi um dia, mas hoje não é mais. Desde que Alfonso Cuarón digiriu o belíssimo “O Prisioneiro de Azkaban”, vemos filmes que se distanciam da ingenuidade dos dois primeiros dirigidos por Chris Columbus. A partir de “A Ordem da Fênix”, David Yates assumiu um cargo de difícil posição, tendo que finalizar a série literária mais querida desses adultos. Esta evolução, da ingenuidade para as trevas, é notável não só na forma que Rowling escreve seu texto, mas também na transposição para as telonas.

Por uma questão mercadológica, o último livro foi dividido pela Warner em duas partes. Entretanto, o mercado nunca pareceu ser tão positivo! Com a escolha, temos uma primeira parte rica em detalhes, que certamente irá agradar aos fãs de Rowling e, talvez, desagradar o público somente cinematográfico. Isso porque o roteiro de Steve Kloves se apropria de forma sensata de inúmeras referências da franquia, sem precisar de uma forma didática de explicar suas ações. Isso acontece da coisa mais básica, como o efeito de um Expelliarmus, até mesmo à desordem em que se encontra o mundo bruxo e o mundo trouxa, principalmente após a queda do Ministério.

Aos não leitores de Rowling, pode ficar um pouco difícil acompanhar a riqueza de informações que este sétimo longa carrega, ainda que seu maior charme nem seja a fidelidade à obra (o que não deixa de ser exemplar e satisfaz os fãs que sempre reclamavam dos cortes existentes nos filmes anteriores). A magia do longa está, principalmente, em ser um prólogo para o que foi guardado para 2011. Não espere uma trama fechada, muito menos que tudo se resolva rapidamente. Aqui, o importante é preparar o território para a Parte 2, que será épica.

Apesar disso, em alguns momentos a magia se dissolve devido a grandes ambições. Ainda que o detalhismo da história original seja mantido, é incoerente que em determinados momentos tudo pareça tão rápido em tela que não surte efeito. Um exemplo disso pode ser visto logo no começo do longa, quando Harry precisa ser transportado com segurança para a casa dos Weasley, que culmina na morte de dois personagens. A sequência de ação é quase incrível, não fosse o pouco tempo que temos para superá-la, ficar de luto e pensar no que os protagonistas realmente estão enfrentando. Acaba que a primeira perda de Harry, talvez a mais inaceitável (após Sirius Black, diga-se de passagem) criada por Rowling, parece insignificante.

Como esse, outros momentos são pouco tragáveis por não promoverem essa reflexão das consequências vistas em tela. E não foi falta de espaço para esse alívio de tensão. É perceptível que a primeira parte do longa é quase enfadonha, o que não necessariamente é negativo. Este sétimo filme é muito mais psicológico do que didático (note as câmeras maravilhosas utilizadas por David Yates nas cenas de ação e nas cenas dramáticas). O roteiro cria sequências contemplativas, muito paisagismo e alguma fuga, o que, por vezes, nos faz esquecer o objetivo dos protagonistas: encontrar as Horcruxes. Seria um desastre anunciado, mas se tais sequências não existissem, pouco aprenderíamos com os personagens e talvez nem fosse possível perceber a evolução que eles passaram desde “A Pedra Filosofal”. Então daqui é possível tirar a conclusão de que aquilo que falta em ritmo narrativo é compensado por outras infinidades de acertos da dupla Yates-Kloves.

O sucesso dessa ambiguidade também se dá à competência do elenco, desta vez inteiramente afiado e em harmonia. O filme é de Emma Watson, como Hermione, que serve de catalisadora aos outros dois protagonistas. O próprio Daniel Radcliffe se apaga quando ela está em cena: é dela todo o conhecimento, é ela a bruxa mais forte e é ela que permite tudo acontecer. Radcliffe, desde o sexto filme, mostra um pouco mais de versatilidade nos momentos dramáticos, seguindo neste longa de uma forma mais coerente. Já Rupert Grint continua como o alívio cômico da história, ainda que ganhe mais espaço ao lado de sua amada. Os outros amigos bruxos de Harry pouco ou nada aparecem, sem grandes destaques. Como sempre, neste quesito de coadjuvante o troféu continua com Evanna Lynch como Luna Lovegood que é reverenciada como o tipo de personagem que “não tem como não gostar”.

No elenco adulto, Ralph Fiennes continua sádico e irônico na pele de Voldemort. A forma como ele assusta até seus próprios aliados é incrível, mostrando que suas aparições rápidas nos outros filmes não atrapalharam para a construção da verdadeira face do mal. Destaque também para Helena Bonham Carter que mais uma vez dá um show na pele de Bellatrix Lestrange. De sua responsabilidade o ato final desta primeira parte, Carter mostra que não precisa ser Voldemort para ser a melhor vilã da franquia. As cenas de Carter com Emma Watson são fantásticas. Já Alan Rickman deixa seu Snape um pouco de lado, mas em suas poucas aparições ele só precisa sacar a varinha para arrepiar qualquer um.

Nas mãos de David Yates, o elenco não escorrega em momento algum. O cineasta, que já se familiarizou com a trama de Harry, transforma, finalmente, este longa no mais sombrio da franquia. Auxiliado pela direção de arte e fotografia, Yates não precisa de muito para situar o público de que nenhum lugar é seguro e mostrar esse clima durante a película. A trilha sonora de Alexandre Desplat é discreta, porém eficiente nos momentos certos. Os efeitos visuais, grande destaque dos últimos filmes, começam perdidos, quase beirando ao bizarro com o uso indiscreto do chroma key, mas depois reaparecem espetaculares. Vale ressaltar aqui a volta de Dobby, que continua perfeito em sua concepção visual, além de carregar os momentos mais emocionantes.

Ainda que a equipe técnica, como sempre, receba grandes elogios, o principal destaque de “As Relíquias da Morte” é a inserção de animação que explica a origem de tais relíquias. Um acerto em cheio e inquestionável que dáum toque especial ao conto registrado no livro de Beedle e narrado por Hermione. Apesar de todos os atrativos, este pode não ser o filme do ano, mas sem dúvidas está entre os melhores por seu compromisso em lidar com os detalhes e com a importância da história criada por Rowling. Por ser incompleto, não o consideraria um épico, mas aposto facilmente que, com o lançamento da Parte 2, teremos os melhores filmes da série. Agora é esperar julho…

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Assista ao primeiro trailer da adaptação de Lanterna Verde para o Cinema

 A trama mostra que quando o Lanterna Verde escalado para defender o nosso setor percebe que está morrendo na Terra, ele envia seu anel para encontrar um sucessor digno. O escolhido é o talentoso e arrogante piloto de testes Hal Jordan (Ryan Reynolds, de”A Proposta“) que encontra o anel e se torna o novo defensor do planeta. Com o apoio da piloto e sua namorada de infância Carol Ferris (Blake Lively, da série “Gossip Girl“), Hal precisa conseguir rapidamente dominar seus novos poderes e encontrar coragem para vencer seus medos se quiser derrotar Parallax, um inimigo que ameaça destruir o equilíbrio do poder do universo.

Também estão no elenco os atores Marc Strong (“Sherlock Holmes”), Peter Sarsgaard (“Encontro Explosivo“), Tim Robbins (“Sobre Meninos e Lobos”), Angela Bassett (“Prova de Fogo: Uma História de Vida”) e Temuera Morrison (“Star Wars: O Ataque dos Clones”). A direção é de Martin Campbell (“007: Cassino Royale“) e o roteiro é de Greg Berlanti (da série “Brothers and Sisters”), Michael Green (das séries “Heroes” e “Smallville”), Marc Guggenheim (“X-Men Origens: Wolverine”) e Michael Goldenberg (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”).

A estreia está prevista para 17 de junho de 2011, nos formatos 2D e 3D.

Trailer


video


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Jogos Mortais – O Final e o mesmo desgaste dos dois últimos exemplares

A lucrativa franquia “Jogos Mortais” chega ao sétimo longa metragem com o mesmo desgaste dos dois últimos exemplares. No que promete ser o final da saga iniciada por Jigsaw, este apenas repete fórmulas vistas anteriormente. 



Avaliação:

Em 2004, o serial killer Jigsaw (Tobin Bell) surgiu nos cinemas criando armadilhas mortais para pessoas que “mereciam” estar nelas. A ideia era testar a vontade de viver das vítimas por meio de escapes mirabolantes. O que mais encantava em Jigsaw era a inteligência de seus jogos e o fato de que, mesmo sendo um assassino, ele era acessível ao público e, de certa forma, simpático (hoje temos algo parecido em “Dexter”, apesar das diferenças). Nos quatro primeiros exemplares, foi possível presenciar diversos tipos de abordagem que os roteiristas ofereciam ao público. O inesquecível segundo filme, uma espécie de reality show forjado, talvez seja o melhor da série justamente por dar a sensação de que Jigsaw e seus jogos estão à frente até do próprio espectador.

Até o quarto filme, foi possível ver algo substancial na franquia. As armadilhas de Jigsaw realmente transformavam quem conseguia se livrar delas. É tanto que Amanda (Shawnee Smith) foi uma fiel seguidora, porém seu descontrole fugiu dos princípios de seu mestre: as armadilhas que ela criava eram praticamente impossíveis de escapar. Então, até por um princípio lógico do argumento da série, ela não seria a pessoa mais adequada para substituir Jigsaw após sua morte. Então apareceu Hoffman, um policial violento que entra no comando dos jogos mortais. A falta de carisma o transformou em um assassino sem muito atrativos. O que podemos ver neste sétimo filme é que ele, assim como Amanda, não é uma pessoa adequada para orgulhar Jigsaw, já que ele é um apenas mais um assassino que não vê problemas em matar.

Hoffman monta os jogos baseado nos princípios de Jigsaw, mas ainda assim mata aleatoriamente. Talvez isso tenha prejudicado essa tão desgastada franquia que, em “Jogos Mortais 7”, prova que não tem mais para onde ir (apesar de que bilheteria alta sempre faz surgir mais um novo filme). Na trama, Hoffman se vê ameaçado por Jill (Betsy Russell), que o denuncia para a polícia. Em paralelo, ele monta um jogo sequencial, assim como utilizado anteriormente, para Bobby Dagen (Sean Patrick Flanery), que atingiu fama e fortuna após lançar um livro mentiroso sobre ter sobrevivido aos jogos de Jigsaw. O resto é mais um pouco do mesmo.

A única diferença neste capítulo da franquia é a adaptação para o formato 3D, obviamente jogando sangue e pedaços de corpos na cara do espectador. Aqui é interessante ressaltar que vemos um bom trabalho na criação das perspectivas dos cenários e dos efeitos visuais de determinadas cenas, ainda que a tecnologia não tenha tanto destaque assim. Os jogos continuam sangrentos. O prólogo mostra que o assassino já não faz questão de esconder sua maldade e até começa com um bom ritmo, mas a tentativa de criar subtramas demais prejudica o resultado final e enfraquece o longa.

Vale destacar a volta do Dr. Gordon (Cary Elwes), vítima que sobreviveu no primeiro “Jogos Mortais” após cortar um pedaço de sua perna. Até então, o paradeiro dele estava desconhecido e aqui os roteiristas Marcus Dunstan e Patrick Melton acertaram ao incluí-lo na história. O diretor Kevin Greutert está mais familiarizado com o cargo, apesar de ainda não ter momentos muito inspirados e que possa dar um novo fôlego à franquia. As atuações, como sempre, são expressivas apenas por exigir dos atores um pouco de pânico quando estes forem vítimas de uma armadilha. Tobin Bell faz uma ponta até interessante, mas não causa, assim como nos últimos filmes, aquela sensação de nostalgia e competência que demonstrou nos primeiros filmes.

Ao final deste final, que talvez não seja o final mesmo, o que nos resta é lamentar que não haja mais fôlego para a franquia. O público vouyer que gosta de ver armadilhas bizarras e muitos miolos na tela é o que impulsiona a boa bilheteria que, de qualquer forma, a série acaba arrecadando. Entretanto, qualidade que é bom não existe mais. Resta apenas aos fãs de Jigsaw a melancolia de que um dia já foi muito bom assistir “Jogos Mortais”.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Charlie Sheen e Jean-Claude Van Damme no elenco de Os Mercenários 2?


Segundo o site What Playing, os atores Charlie Sheen (da série “Two and a Half Man“) e Jean-Claude Van Damme (“JCVD“) podem fazer participações especiais em “Os Mercenários 2“. A associação dos dois ao filme não é de hoje, pois ambos já teriam sido convidados por Sylvester Stallone (“Rocky“) para participar do primeiro. Van Damme teria recusado por motivos pessoais enquanto que a presença de Sheen foi proibida na época pela mulher de Stallone. A causa teria sido os processos que o ator enfrenta por agressão doméstica.

O comediante (que inclusive interpretou uma paródia de Rambo em “Top Gun 2: Ases Muito Loucos“) deve interpretar um fracassado agente da CIA que ajuda os mercenários a capturar o vilão, que pode ser interpretado por Bruce Willis (“Red: Aposentados e Perigosos“). Ainda não se sabe qual seria o papel de Van Damme.

O elenco deve contar com o retorno de Stallone, Willis, Jason Statham (“Carga Explosiva 3”), Mickey Rourke (“O Lutador“), Jet Li (“O Reino Proibido“), Randy Couture (“Cinturão Vermelho“), Dolph Lundgren (“Rocky 4”), Eric Roberts (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Terry Crews (“Gamer”) e Randy Couture (“O Escorpião Rei”)

Os Mercenários é um filme de ação sobre um grupo de mercenários contratado para infiltrar em um país sul-americano e tirar do poder um ditador descontrolado. Quando a missão começa, eles começam a perceber que as coisas não serão tão fáceis quanto eles imaginavam, quando se vêem em uma intrincada rede de mentiras e traições. Além de seu objetivo principal, uma vida inocente é colocada em risco e os mercenários têm de encarar desafios ainda mais duros, que podem até mesmo destruir sua equipe.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Detalhes sobre os personagens que aparecerão em "X-Men Origens: Wolverine 2"


O site Pajiba disse ter conseguido uma lista dos personagens que aparecerão em “X-Men Origens: Wolverine 2“. Apesar de ter sido retirada à pedido do estúdio, as informações já se espalharam e comprovam que o quadrinho “Eu, Wolverine” foi utilizado como base para a trama. As descrições trazem alguns spoilers, portanto, fique avisado.
Zen: Encontra Logan em uma cadeia no Canadá e lhe faz uma oferta que ele não pode recusar: ir para o Japão e descobrir mais sobre sua origem.

Shingen: Seu pai era o mestre do Tentáculo, mas, ao invés de permitir que Shingen assumisse o posto, suicida-se e deixa o Tentáculo sem um líder, esperando que a organização escolha Logan como seu novo mestre.

Samurai de Prata/Kenuichio: É o principal antagonista de Wolverine e um personagem importante na Marvel Comics. Nos quadrinhos, ele é filho bastardo de Shinguen e um mutante que tem a habilidade de eletreficar objetos, inclusive sua armadura prateada.

Mariko: Filha de Shingen que teve um casamento com o corrupto Noburo arranjado pelo pai, mas se apaixona por Logan quando ele salva-lhe a vida.

Noburo Moro: Ministro da Justiça. Ele é corrupto – comprado pela Yakuza – e Shingen o ajeitou para casar com Mariko.

Yukio: Guarda-costas de Logan. Os dois têm uma atração física imediata. Ela também é parcialmente leal a Shingen e passa-lhe informações, mas considera Logan seu verdadeiro mestre.

Viper: Secretária de Noburo. Ela está aliada a Shingen and Kenuichio, seu amante, mas ela é realmente leal a Shingen.

Frank Sinatra: A resposta do Japão a Frank Sinatra. Um membro poderoso da Yakuza que fornece informação a Logan.

A história levará o personagem ao Oriente e o coloca diante de uma luta contra a organização Tentáculo e em um triângulo amoroso com a nobre Mariko e a voluntariosa Yukio. A direção é de Darren Aronofksy (“A Fonte da Vida”) e o roteiro foi escrito por Christopher McQuarrie (“Operação Valquíria”) e trará muitas cenas de ação e artes marciais. As filmagens começam em março de 2011. O filme ainda não tem data de estreia.